Minhas mãos não muito calejadas identificam no início da falange proximial do quarto dedo da mão direita que a muito alguém tem seu nome gravado em mim, não como uma arte ou angústia, mas como confiança em mostrar que o tempo brinca com evidências, e quanto maior mais significativas elas se tornam. Minha plenitude começa ali, e anatomicamente irônico termina no coração, coincidência ou não é o citado quem comando as ações desde que a marca na proximial existe.
Richard Marra