segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Olhos fechados

Quando sua mente dispersou
E seu corpo em mim sucumbiu
Toda a sua pureza reluziu em calma
Tocando de olhos fechados minh’alma

Minhas mãos eram como música
E davam a ela mais que sentidos
Por vários minutos eu admirava a beleza que só reside nela
A mais perfeita e sincera que se possa imaginar

Seu coração bailava no ritmo do meu
Sempre no compasso da segurança
Minha boca emaranhada em seus cabelos
E agora eu ainda posso sentir seu perfume em mim
Richard Marra

Nenhum comentário:

Postar um comentário